Izidine Jaime – Maputo
Na penumbra vazia do pensamento
Há um silêncio nauseabundando a imaginação
Dos tantos amores que o passado afogou
E que nunca foram amores.
Os passos se erguem indecisos
Falando sem melodia reposteira de ordem
As coisas passam!
Só porque tem passagem no tempo.
O tempo é insondável,
Não dorme,
Nem no amanhecer da noite.
Há um vácuo por onde os sentimentos
Fingem ser donos da alma
Inconscientes, arco-irizam a vida.
Ah! Como é tão bom amar.
Mas o amor humano
Está longe de ser mútuo
E se não é!
Ridículos são todos os Homens que amam.
SEGUIDORES
LEIA AQUI A EDIÇÃO 51
Pub
A Outra alma do Coração
Pub
AS MAIS LIDAS DA SEMANA
-
A escritora Cremilda de Lima advogou na passada, terça-feira, em Luanda, que para haver uma continuidade sobre a literatura infantil e no...
-
Ruth Boane e Izidine Jaime (Ruth Berta Boane) Fiquei contigo porque estava carente Confesso que houve tempos que não saías da minha men...
-
Victor Eustáquio - Portugal A cultura não é um património estático, o que leva a concluir que determinados mitos e tabus que for...
-
Texto escrito e editado por Eduardo Quive Resumo de uma conversa entre a escritora Lília Momplé e jovens amantes de Literatura em Maputo ...
-
Suleiman Cassamo - Moçambique O HOMEM tamborilou os dedos no balcão. Pediu, com uma voz cinzenta: -Uma cerveja. Pediu como quem pede a...



0 comentários:
Enviar um comentário