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    Obras de Joana Ruas


    Na Guiné  com o PAIGC, reportagem escrita nas zonas libertadas da Guiné em 1974, edição da autora, Lisboa, 1975;no jornal da Guiné - Bissau, Nô Pintcha, redige, em 1975, a página de literatura africana de língua portuguesa. Traduz textos inéditos de Amílcar Cabral escritos em língua francesa e recolhe na aldeia de Eticoga (ilha de Orangozinho, arquipélago dos Bijagós), a lenda da origem das saias de palha; Corpo Colonial, Centelha, Coimbra, 1981 (romance distinguido com uma menção honrosa pelo júri da APE; traduzido em búlgaro); Zona (ficção), edição da autora, Lisboa, 1984 (esgotado); Colaborou no Suplemento Literário do Diário Popular e,  na página literária do Diário de Lisboa, foi publicado  um seu trabalho de análise crítica intitulado O Lado Esquerdo da Noite sobre o romance de Baptista Bastos, Viagem de um Pai e de um Filho pelas Ruas da Amargura; na Revista cultural Algar numa edição da Casa Museu Fernando Namora em Condeixa, apresentou   um estudo sobre o romance Fogo na Noite Escura de Fernando Namora; colaborou com textos na página de Letras e Artes, Alma Nova, do jornal O Mirante, no Notícias de Elvas, no União, Quarto Crescente, Jornal do Sporting com poemas inéditos e com um trabalho de análise crítica sobre a narrativa dramática de Norberto Ávila, As Viagens de Henrique Lusitano; O Claro Vento do Mar(romance)  Bertrand Editora, Lisboa, 1996; Amar a Uma só Voz ( Mariana Alcoforado nas Elegias de Duíno), Colóquio Rilke, organizado pelo Departamento de Estudos Germanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,  Edições Colibri, Lisboa, 1997 e publicado no nº 59 da  revista electrónica brasileira Agulha (www.revista.agulha.nom.br;  A Amante Judia de Stendhal (ensaio), revista O Escritor,  n.º 11/12, Lisboa, 1998; E Matilde  Dembowski ( ensaio sobre Stendhal), revista O Escritor, nº13/14, 1999 e revista electrónica (www.revista.agulha.nom.br e Triplov e na revista electrónica mexicana La Otra 26; A Guerra Colonial e a Memória do Futuro, comunicação apresentada no Congresso Internacional sobre a Guerra Colonial, organizado pela Universidade Aberta, Lisboa, 2000; A Pele dos Séculos (romance), Editorial Caminho, Lisboa, 2001;.Participou  com comunicações nas Jornadas de Timor da Universidade do Porto sobre cultura timorense e sobre a Língua Portuguesa em Timor na S.L.P. A sua poesia encontra-se dispersa por publicações como NOVA 2 (1975), um magazine dirigido por Herberto Helder; o seu poema Primavera e Sono com música de Paulo Brandão foi incluído por  Jorge Peixinho no 5º Encontro de Música Contemporânea promovido pela Fundação Gulbenkian e mais tarde incluído no ciclo Um Século em Abismo — Poesia do Século XX realizado no C.A.M.;  recentemente  publicou poesia nas seguintes publicações : Antologia da Poesia Erótica, Universitária Editora; Cartas a Ninguém de Lisa Flores e Ingrid Bloser Martins, Vega ; Na Liberdade, antologia poética, Garça Editores; Mulher, uma antologia poética integrada na colecção Afectos da Editora Labirinto; Um Poema para Fiama, uma antologia publicada pela Editora Labirinto; ; tem colaboração nas revistas  Mealibra,  revista de Cultura do Centro Cultural do Alto Minho e na  Foro das Letras revista da Associação Portuguesa de Escritores – Juristas onde publicou Caderno de Viagem ao Recife . Na revista electrónica Triplov foi publicado um Roteiro sobre a sua obra, A Pele dos Séculos. Em 2008, a Editora Calendário publicou o seu romance histórico A Batalha das Lágrimas. Participou na 8ª Bienal  Internacional do Livro do Ceará onde proferiu uma palestra intitulada Aproximar o Distante, Do Estranho ao Familiar — duas experiências: Timor-Leste e Guiné-Bissau. . Em 2010,a  revista electrónica mexicana  LaOtra, a Revista Literária brasileira e o Jl publicaram o texto do Prof. Dr. Pires Laranjeira sobre Crónicas Timorenses. Em 2009, a Escrituras Editora publicou na colecção Ponte Velha, Das Estações entre Portas. O texto de Joana Ruas intitulado A Herança dos Possíveis sobre dois poemas de José Ángel Leyva foi publicado em Maio de 2010 na revista electrónica Agulha Hispânica. Participou na IV Feira do Livro de Díli onde apresentou com o Dr. Roque Rodrigues, Conselheiro do Presidente da República de Timor Leste e Dr. Manuel Tilman ,Deputado do Parlamento Nacional, as suas obras A Batalha das Lágrimas e Crónicas Timorenses
    Biografia 

    Joana Ruas nasceu em 1945  na Quinta do Pinheiro em Freches, no distrito da Guarda. Por volta dos anos 50 do século XX , a sua família estabeleceu-se em Angola  onde Joana Ruas viveu e estudou  até aos quinze anos, idade em que, segundo  o costume da burguesia colonial , regressou a Portugal para completar os seus estudos em Coimbra. A guerra colonial  levou  o seu ex-marido para Timor-Leste para onde Joana Ruas o acompanhou . Trabalhou como jornalista cultural e tradutora na Radiodifusão Portuguesa e no jornal Nô Pintcha da República da Guiné –Bissau. A convite de Natália Correia,  traduziu prosa e poesia para diversas editoras. Participou na  causa da Libertação do Povo de Timor-Leste, tendo feito várias conferências sobre  a Língua Portuguesa em Timor –Leste, sua história e cultura. .Em 1975, o poeta Herberto Helder editou um poema seu e, desde então,  consagrou-se à sua obra literária, tendo publicado romances, ensaios e poemas. Trabalha há anos  na escrita de uma obra  em três volumes (um romance, um livro de contos e uma novela), sobre cem anos de Resistência Timorense — de  finais do século XIX até à Independência.

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